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Como
é tradicional os Grupos de Jovens da Paróquia de S.
Victor incluem nas suas actividades o estudo e
conhecimento do Património de Braga e de forma
particular aquele que se enquadra na Freguesia de S.
Victor.
As
SETE FONTES, têm merecido especial atenção nos
últimos anos e no dia 30 de Janeiro de 2010, o Grupo
“Novo Rumo” meteu pés ao caminho até ao Complexo
Monumental das Sete Fonte, onde se juntaram ao Sr
Joaquim, “Agoeiro das Sete Fontes” e ao Presidente
da JF de S. Victor, Firmino Marques, que se associou
também a esta vista, servindo de “cicerone” para um
melhor conhecimento desta “pérola Monumental” que se
situa em S. Victor. Iniciada a visita, logo ali a
partir da Rua Nuno Morais em direcção às Fontes
“Gémeas do Dr. Alvim”, depressa se juntou ao Grupo
Juvenil, um outro de Seniores que se deslocou
expressamente do Porto, para visitar as Sete Fontes,
sem contar em entrar no seu interior. Foi “graça que
caiu do céu disseram”, após perceberem o alcance
desta visita e os objectivos do Grupo Novo Rumo”.
“Extase,
fantástico, coisa nunca vista”, foram expressões
ouvidas ao longo desta visita. Houve tempo para ver
“nascer a água”, apreciar as belezas externas e
internas das Sete Fontes, sentir o ambiente ainda
puro e apreciar mesmo na escuridão a “água
conversando” com os visitantes. Alto aí, temos de
silenciar para poder observar algo de imprescindível
no Complexo, a existência de “uma comunidade de
morcegos”, responsáveis pela sua limpeza interior. E
lá estávam eles pendurados nos tectos dos respiros,
“dormindo” descansados, porque há gente que se
preocupa com a sua existência, preocupando-se com a
preservação de tudo que é PATRIMÓNIO da humanidade.
De
parabéns os responsáveis e o Grupo Novo Rumo, assim
como a Paróquia de S. Victor, que nos aponta de
forma sistemática os bons exemplos.
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02-02-2010 |
26
de Janeiro de 2010 Visita ao Complexo das Sete
Fontes
“…um sonho, nunca imaginei que “isto” existisse em
Braga, fantástico, maravilha…”
Estas foram algumas das expressões
proferidas pelos Alunos dos Cursos de Desporto e
Saúde acompanhados de Professores da Escola
Secundária Carlos Amarante, no final da Caminhada
que organizaram em defesa de uma “boa saúde, boa
qualidade de vida e do nosso Ambiente e Património”.

Com uma manhã fantástica, fazendo
esquecer a invernia que se tem sentido no nosso
País, quis a Meteorologia, como que “tirando o
chapéu” a esta feliz iniciativa de alunos e
Professores da Escola Secundária Carlos Amarante de
Braga, oferecer um tempo magnífico para que esta
visita fosse um sucesso. Desde a Escola Secundária
Carlos Amarante sempre e bem a pé, foi a comitiva da
ESCA ao encontro do “cicerone” convidado para esta
visita ao Complexo Monumental das Sete Fontes. Às
10h00, mais uns pouco minutos lá estavam no local
previamente combinado para se iniciar a visita,
junto à cabine da EDP, na Rua Nuno de Morais, onde
os aguardava o Presidente da JF S. Victor e
acompanhantes. Feita a introdução à importância
desta visita e ao contexto histórico do Complexo das
Sete Fontes, passou-se à visita das primeiras Mães
de Água, as “Fontes gémeas do Dr. Alvim”. Foi na
segunda “Fonte” que se sentiu a “adrenalina” que
contagia todos os que visitam as Sete Fontes. A
penumbra, o “calcorrear” dezenas de metros abaixo
do solo (12), o silêncio e o “cantar” da água
pulando e correndo tão perto e lá longe, são motivos
para haver de seguida “paixão” por esta pérola
monumental Bracarense. Ninguém ficou indiferente a
esta visita e ficou reconhecido que esta, marca uma
etapa de diferença para todos aqueles que visitaram
esta “zona Monumental” pela primeira vez. Não
faltaram as lanternas, os registos fotográficos, um
“certo ar de receio” no decurso desta aventura, mas
sentiu-se tangível uma felicidade indescritível no
final da visita. Em pormenor umas, mais pela “rama”
outras todas as partes do Complexo foram visitadas.
Deram-se as explicações devidas para a lógica de
funcionamento deste Complexo de engenharia
hidráulica, da importância que têm os “raposeiros”
existentes nas condutas, da lógica existencial dos
“respiros” e das suas funções e das pias
purificadoras da água que chega aos mais de 90
“Penistas” com direitos sobre as mesma e às
múltiplas Fontes públicas ou privadas que ainda se
abastecem da água das Sete Fontes. Acompanhantes
indispensáveis foram os Senhores Joaquim e Manuel,
“Agoeiros” da AGERE e parte viva deste vivo MUSEU ao
ar livre. A sua função é imprescindível para uma boa
manutenção do sistema. E chegadas as 12h30,
cumprindo escrupulosamente o horário combinado,
tirou-se a “foto de família” porque nos esperava
junto à Capela do Senhor dos Milagres no Bairro das
Sete Fontes em S. Victor, o Senhor “Santini” que com
a sua simpatia e colaboração da “Bogalha” nos
conduziu de autocarro até ao Centro Histórico de S.
Victor, justificando assim mesmo uma jornada
histórica e memorável em favor do Ambiente, do
Património e da Saúde.
De parabéns e mais uma vez, alunos e
professores da Escola Secundária Carlos Amarante,
orgulho da nossa Freguesia.
Firmino Marques – Presidente da Junta
de Freguesia S. Victor - Braga
Descrição da actividade:
A actividade consistiu na realização de um percurso
pedestre com início na ESCA (Escola Carlos Amarante)
até ao Complexo das Sete Fontes.
Incluiu uma visita às galerias do Complexo (acesso
subterrâneo), com duração aproximada de 2h, guiada
pelo Dr. Firmino Marques – Presidente de Junta de
Freguesia de S. Victor.
O percurso teve aproximadamente 4Km e
foi de grau de dificuldade baixo.
O regresso à escola foi efectuado em
autocarro gentilmente cedido pela Bogalha a pedido
da Junta de Freguesia de São Victor com quem mantém
Protocolo de colaboração.
Programa
9h15m – Concentração na entrada da
escola
9h30m – Saída de escola
10h00 – Inicio do percurso no
Complexo
12h45 – Regresso à escola em
autocarro
Nota breve:
“As
Sete Fontes, constituem uma Obra Hidráulica de
meados do século XVIII destinada a promover a
captação, condução e abastecimento de água à cidade
de Braga. Situadas nos arredores da cidade, no lugar
do Areal de Cima – Freguesia de S. Victor, as Sete
Fontes serviram na verdade, até à entrada do sistema
de captação do rio Cávado, em 1914, a Comunidade
Bracarense como principal fonte de abastecimento à
cidade. Encontrando-se ainda em funcionamento as
suas minas garantem água a todos os que a ela
diariamente demandam, existindo uma bica pública,
com água monitorizada pela JF de S. Victor e Unidade
Operativa de Saúde Pública de Braga, mantendo a
qualidade que lhe dá o estatuto de “uma das melhores
águas nascentes” de Braga.
O Complexo Monumental das Sete
Fontes é composto por um grupo de minas de água e
estruturas edificadas que se estendem por cerca de
3500mts, segmentadas em 14 galerias subterrâneas e 6
pontos de junção, num conjunto, todo ele edificado
em pedra.
Tem o estatuto de Monumento Nacional,
desde Maio de 2003, após pedido de classificação em
1995 pela ASPA – Associação de Defesa do Património
Bracarenses e esforços de desbloqueio do mesmo por
parte da Junta de Freguesia de S. Victor, de “um
processo de classificação que parecia “esquecido” e
que classificado em 13 de Maio, surgiu como que “um
pequeno milagre”.
A Jovem Coop de Braga, mantém viva a
“chama” do interesse deste “Sítio Monumental”
realizando diversas Jornadas quer com a JF S.
Victor, quer com Jovens em favor deste emblemático
Monumento (Vigília Nocturna e Caminhadas). A
Quercus, promove visitas regulares a este local,
motivando o interesse de TODOS os Bracarenses e não
só por este Monumento.
O que é de TODOS, a TODOS pertence!
ESCA – Desporto e Saúde e Junta
de Freguesia S. Victor
- Braga
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02-02-2010 |
Deslocaram-se
aos estúdios da SIC em Carnaxide no dia 28 de
Janeiro de 2010, o Senhor António Costa, antigo
operário especializado de Chapelaria, sua filha
Maria Costa, o Presidente da JF de S. Victor,
Firmino Marques e José Oliveira, amigo da nossa
Autarquia e do nosso “centenário cidadão”. A
participação no programa de Fátima Lopes, produzido
e editado em directo a partir dos estúdios da SIC em
Carnaxide, foi um sucesso. A presença no fecho do
programa foi o momento de maior fulgor do referido,
pela clareza, espontaneidade e postura do Sr.
António “Chapeleiro”, deixando bem vincado o seu
gosto pelos chapéus e pela cidade de Braga, não
esquecendo o momento de grande dinamismo do S.C. de
Braga, na Liga Profissional de Futebol. A conhecida
figura da Televisão Portuguesa Fátima Lopes, não
esqueceu e referiu com bom conhecimento de causa, o
papel da Junta de Freguesia e do seu Presidente, na
dinamização Cultural da população e em particular
das Escolas, onde o Sr. António tem sido o
“prelector” convidado pela Junta de Freguesia para
explicar a sua vivência naquela que foi uma das
Indústrias mais “vigorosas” sob o ponto de vista
económico do Concelho de Braga com o seu “epicentro”
na Freguesia de S. Victor.
Como uma das poucas
figuras vivas desse tempo, o Sr. António Costa
tem-se esmerado e tem sido “a pessoa certa” para
mobilizar o interesse das crianças e adultos para a
“história industrial desaparecida de Braga”, com
particular enfoque na história da extinta indústria
de Chapelaria. Com emoção e com grande prazer, o
Centenário Senhor António Costa, ofereceu a Fátima
Lopes, o seu chapéu pessoal de “pêlo de castor” que
na altura de celebração do seu centenário lhe foi
oferecido no Museu de Chapelaria pela Empresa FEPSA
de S. João da Madeira. Resultou esta oferta, porque
de facto Fátima Lopes ostentou com orgulho o chapéu
recebido e que esteticamente juntou mais beleza à
simpática apresentadora portuguesa.
Para
que a viagem ficasse completa de motivação, não
faltou a “obrigatória” visita aos Pasteis de Belém,
que a todos deixou deliciados.
A Junta de Freguesia de
São Victor, lançou um desafio à C.M. de Braga, para
a abertura de um Núcleo Museológico do Chapéu no
espaço da Freguesia de S. Victor (Rua São Domingos)
num dos muitos equipamentos propriedade da Edilidade
Municipal e que contará no futuro com o
indispensável e garantido apoio do Museu Nacional do
Chapéu, localizado em São João da Madeira. Desejamos
que esse desafio nunca respondido, venha a ser
devidamente avaliado e que num futuro breve possa
ser o Senhor António “Chapeleiro”, a pessoa que terá
a honra de inaugurar um espaço que homenageie a
memória Bracarense e os muitos milhares de operários
que de “alma e coração” se entregaram durante
dezenas de anos ao trabalho de confecção dos
“melhores chapéus”, que sempre dignificaram a nossa
Freguesia, a nossa Cidade e o nosso País.
Junta de Freguesia de
São Victor - Braga |
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02-02-2010 |

Reunido em Lisboa, no
Centro de Congressos da F.I.L. o XII Congresso da
ANAFRE, foi participado por 1.154 Delegados, mais
cerca de 300 Observadores e constituiu um momento
politico nacional marcante, prestigiando uma das
principais conquistas alcançadas com a Revolução de
Abril – o poder Local Democrático.
Contou com a honrosa
presença de Sua Excelência o Senhor Presidente da
República na abertura e no encerramento com o Senhor
Ministro da Presidência Dr. Pedro da Silva Pereira,
que reconheceram o exemplar trabalho desenvolvido
por milhares de Autarcas nas Juntas de Freguesia ao
serviço das suas Comunidades.
Durante o Congresso,
que reconduziu Armando Vieira à frente da ANAFRE,
foi defendida a eliminação da sobreposição das
atribuições e competências entre as Juntas de
Freguesia e os Municípios.
Armando Vieira
sublinhou que quer que essas competências, que os
autarcas desempenham «de forma delegada dependente
do estado de espírito e da vontade politica dos
autarcas ou do Governo», passem a ser “consagradas
na Lei das Freguesias”.
Neste Congresso foi
divulgado o documento “Trabalho da Freguesia –
análise e resultados” e de acordo com o referido,
por cada euro aplicado, as Juntas de Freguesia
conseguem um retorno de quatro euros em benefícios
globais, aconselhando-se a transferência de mais
competências para as Juntas através de contratos
mais longos. O trabalho apresentado revela ainda que
o “benefício global estimado para a generalidade dos
serviços prestados pelas Juntas de Freguesia,
revela-se francamente superior aos custos suportados
para os desenvolverem. O estudo realizado pela
Universidade Lusíada para a Associação Nacional de
Freguesias (ANAFRE)), realça que "o valor situa-se,
em termos médios, num benefício de quatro euros por
euro investido", mas "este montante é, no entanto,
sob estimado, uma vez que apenas se consideraram os
benefícios mais tangíveis e quantificáveis".
O Distrito de Braga,
fez-se representar por dezenas de Freguesias, tendo
sido eleitos para o desempenho de cargos nacionais
no:
Conselho Directivo: -
João José Costa Pires da Freguesia de S. Lázaro e
Manuel António Gomes Pinto de Arentim, ambos de
Braga. Para a Mesa do Conselho Geral, foi eleito
Francisco Marques Oliveira de Lamas-Braga e para o
Conselho Geral: Firmino José Rodrigues Marques da
Freguesia de São Victor-Braga, José Mário Ribeiro
Silva de Fafe, Manuel Faria Oliveira de
Paradela-Barcelos, José Gonçalves Araújo Silva de
Alvito S. Pedro-Barcelos e Carlos Alberto Miranda
Oliveira de Polvoreira-Guimarães.
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02-02-2010 |
Saudação ao Conselho Directivo da Anafre
Saudação à Mesa do Congresso
Saudação a todos os Colegas Autarcas

Saúdo de forma particular todos aqueles que têm
servido a ANAFRE, e de forma particular o último
Conselho Directivo e o seu Presidente, tendo como
reconhecimento nos últimos Congressos a presença dos
mais altos Dignitários da Nação, os Senhores
Presidentes da República Dr. Jorge Sampaio e o
Professor Cavaco Silva.
Tivemos oportunidade de observar no vídeo de
abertura os “milagres” que se fazem nas milhares de
Freguesias Portuguesas, aproveitando para destacar o
Prémio Nacional das Boas Práticas conferido pelo
Conselho de Ministros e atribuído em 2009 às
Freguesias de Oliveira do Douro, em Gaia, na área da
“Modernização Administrativa”, e à Freguesia de S.
Victor, em Braga, em “Sustentabilidade Local”. Fica
provado que nas Freguesias um cêntimo é aproveitado
de forma objectiva e proveitosa, quando milhões
noutras estruturas do Estado são infelizmente
desperdiçados. Mas o estímulo governamental,
infelizmente recebido por estas distinções, foi o
“corte radical” nos nossos orçamentos em milhares de
euros.
Hoje estamos reunidos num importante momento da vida
da nossa organização, e de forma muito particular do
futuro das Freguesias Portuguesas.
Preparado pelo Governo o OE para 2010 e andando de
esperança em esperança até à concretizada
fragilização das Autarquias Locais no que concerne à
sua autonomia financeira, aguardamos expectantes a
reposição da justiça num ano de grandes
constrangimentos financeiros. Ter que recorrer aos
Tribunais para obrigar ao cumprimento do Decreto-Lei
nº 11/96, faz com que a desconfiança se imponha no
dia-a-dia de relacionamento com qualquer Governo que
não cumpre a Lei. Esse incumprimento de forma
gravosa faz-se já sentir na gestão diária das
maiores Freguesias Nacionais. É como que uma asfixia
comprometedora do futuro de uma gestão responsável,
quando implicitamente se deixa o caminho para uma
gestão à distância e sem proximidade, tudo contra o
pergaminho dos Autarcas, cuja marca respeitável os
elege como os primeiros a agir na ajuda social, no
socorro às populações, na solidariedade para com os
mais necessitados, no apoio às Escolas e
Instituições, no apoio ao Desporto, na promoção da
Cultura, na defesa do Ambiente e do Património, na
proximidade e no amparo das populações. Assistimos
também à passagem de competências por parte do
Governo sem a necessária e exigível sustentabilidade
financeira. Basta falarmos na questão do compromisso
com as Comunidades por parte das Comissões Sociais
de Freguesia, lideradas pelos Presidentes de Junta,
onde as entidades governamentais debitam articulado
sem fim
no quadro da resolução do Conselho de
Ministros nº 197/97, publicada no D.R. de 18 de
Novembro, e no Despacho normativo nº 8/2002, de 12
de Fevereiro, que procede ao reconhecimento da Rede
Social.
Somos operários de uma Democracia que parece renegar
os milhares de trabalhadores das mais de 4.000
Freguesias Portuguesas que buscam diária e
incansavelmente o bem comum. Este tratamento não
consolida o espírito de Abril, assim se percebendo o
cada vez maior distanciamento da população com o
sistema político, onde os cada vez maiores índices
de abstenção deveriam preocupar as “mentes
brilhantes” do nosso País.
Porque não falarmos da discriminação quando acontece
o recrutamento de desempregados do IEFP com
subsídio, passando habilidosamente o Governo a
responsabilidade acrescida de mais 20% de estímulo
para o trabalhador contratado para as Autarquias,
quando era uma responsabilidade da Segurança Social?
É este o estímulo e o convite à ocupação de
desempregados? Onerar ainda mais as já debilitadas
economias das Juntas de Freguesias quando para as
Instituições sem fins lucrativos essa margem é de
apenas 10%. Alguém nos consegue explicar esta
postura do faz que dá, não dá mas tira e discrimina
também?
Não
bastando os últimos assomos de deselegância de
tratamento da Comissão Nacional de Eleições (CNE)
relativamente a todos os Autarcas de Freguesia,
tratando-nos como mentecaptos, deve ser exigido ao
Governo, à semelhança do tratamento dado a todos os
Membros das Mesas Eleitorais, igual tratamento pela
disponibilidade e tempo daqueles que são os
primeiros a chegar em dias de eleições e os últimos
a sair, estamos como é óbvio a falar dos milhares de
Autarcas do nosso País. É imperioso tratar como
cidadãos de primeira uns e outros, não se percebendo
a compensação de uns em dinheiro e tempo e a
“obrigação de outros” sem compensação nem tempo. É
uma questão de direito e de honra o estatuto de
igualdade daqueles que servem o sistema democrático,
não sendo admissível a situação vigente.
Por
último, mas não menos importante, e afinando pelo
diapasão das dificuldades cada vez mais criadas às
Autarquias Locais:
Recordamos
que as Freguesias se sentem cada vez mais
desprotegidas, não tendo a quem recorrer sempre que
têm alguma dificuldade de interpretação das milhares
de normas, a não ser à própria ANAFRE. Mais
recentemente, e porque não temos capacidade
financeira para recorrer aos serviços das empresas
que criaram plataformas electrónicas para efeitos de
publicitação dos contratos públicos, que são muito
caros, entendemos que deverá ser uma preocupação
prioritária dos novos Órgãos Sociais da ANAFRE,
nomeadamente do seu Conselho Directivo, propor no
primeiro Conselho Geral da nossa Organização a
assunção, por parte da Associação, de duas tarefas
cruciais para as Freguesias:
1º
Acções de esclarecimento em articulação com todas as
Delegações Distritais, sempre que haja legislação de
interesse para as Freguesias;
2º
Que a ANAFRE inicie desde já a criação da sua
própria plataforma electrónica, através da qual as
Freguesias poderiam ter acesso ao portal do Governo
(www.base.gov.pt)
para publicitar os contratos efectuados ao abrigo do
Decreto-Lei nº 18/2008, de 29 de Janeiro (Código dos
Contratos Públicos). Seria uma forma de responder em
unidade a mais uma investida sobre os parcos
recursos e a autonomia financeira das Freguesias
Portuguesas. Não se pode é obrigar o Povo a pagar
duas vezes o preço da crise, uma quando vai às
compras e outra sob a forma de taxas, quando precisa
daqueles que o representam.
Para terminar, aqui fica uma recomendação ao novo
Conselho Directivo e um “repto para TODOS os
Autarcas”: - o próximo dia 22 de Março de 2010 foi o
dia escolhido para uma iniciativa nobre e um exemplo
a seguir. O desafio é terminar com as “lixeiras”, e
são muitas no nosso Território Nacional. “LIMPAR
PORTUGAL” é uma iniciativa à qual nos devemos
juntar. Até hoje mais de 25.000 voluntários já
disseram sim a esta Missão, exemplo de cidadania.
Juntem-se a este movimento e façamos deste dia um
momento de Festa, um exemplo de cidadania que marque
uma viragem de mais respeito por NÓS, respeitando o
AMBIENTE e a TERRA onde todos vivemos.
Firmino José Rodrigues Marques Junta de Freguesia de S. Victor
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Município de Braga |
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02-02-2010 |
A
JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO VICTOR, recebeu nas suas
instalações dezenas de pequenos cantores dos
seguintes estabelecimentos: EB nº 7 de São Victor,
da EB1 das Enguardas e EB1 do Bairro da Alegria e
ainda os utentes do ATL da Paróquia de S. Victor,
que deliciaram os representantes do Executivo
presentes e colaboradores desta Instituição com
cantigas alusivas à tradicional época de “Cantares
das Janeiras e dos Reis”. A todos os “pequenos
cantores”, na sua maioria vestidos a rigor e
acompanhados dos respectivos professores, educadoras
e auxiliares, foi oferecido o tradicional bolo rei e
guloseimas, em retribuição de tão gentil visita.
O
Grupo de Cantares das Janeiras/Reis do “Orfeão de
Braga” também e a exemplo dos anos anteriores esteve
presente no Auditório desta Autarquia, tendo-se
verificado “casa cheia” na sua actuação a que se
juntaram os Autarcas Locais e representantes de
muitas Instituições da Freguesia, contando também
este momento de convívio com os Alunos de “Gestão de
Eventos”, um Curso de Formação que se está a
realizar nesta Freguesia numa parceria do seu
Gabinete de Acção Social, Emprego e Formação com a
ANJE- Associação dos Jovens Empresários de Portugal.
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21-01-2010 |
Dando
prática ao espírito “SOLIDARIEDADE + MAIS”,
deslocou-se a Ponte de Lima uma Delegação da Junta
de Freguesia de S. Victor, tendo o seu Presidente
acompanhado de elementos ligados à Comissão Social
da Freguesia feito a entrega em nome da Autarquia de
S. Victor, Braga de numerosos brinquedos e roupas de
criança aos responsáveis por esta iniciativa em
terras Limianas, mais concretamente aos Bombeiros Voluntários locais, que receberam com
muita simpatia a Delegação Bracarense. Foi
enaltecido este gesto em favor das crianças hoje em
PONTE DE LIMA, designada “Uma criança, Um sorriso”,
amanhã onde se tornar necessário colaborar também.
Esta iniciativa irá contemplar todas as crianças
carenciadas das cinquenta e uma Freguesias do
Município Limiano.
Como esta iniciativa se enquadra no
espírito de servir as Comunidades e se assemelha à
intervenção na área social, com o nome
“Solidariedade + MAIS” que ajuda centenas de
famílias carenciadas da Freguesia de S. Victor e não
só, entendeu a Junta de Freguesia e Comissão Social
de S. Victor que nesta e noutras áreas não existem
fronteiras associando-se assim ao pedido dos
“Soldados da Paz” efectuado através do Jornal da
Região “Diário do Minho”, enviando brinquedos e
roupas para criança para aquela localidade.
Fica a
esperança que este acto possa “devolver” a muitas
crianças” o sorriso mais genuíno do ser humano. Foi
entregue também simbolicamente homenageando a
iniciativa, um enxoval e vestido de baptizado para
bebé.
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13-01-2010 |

O Presidente da Junta
Freguesia S. Victor, acompanhou a pedido da Dra.
Paula Nogueira, Eleita para a Assembleia Freguesia
de S. Victor e Assembleia Municipal de Braga e dos
Deputados à Assembleia da Republica.
Drºs
Francisco Louçã e Pedro Soares uma significativa
Comitiva do Bloco de Esquerda ao Complexo Monumental
das Sete Fontes. Foi uma manhã de Sábado produtiva e
uma visita muito agradável, apesar da
impossibilidade de se aceder ao interior das
Galerias, facto só possível pela não viabilização da
AGERE a um pedido formulado para o efeito.
Esquecem-se estes
responsáveis Municipais que um Monumento Nacional em
qualquer Terra no Mundo deve ser o orgulho de TODOS
os cidadãos, pelo que só um incompreensível e
retrógrado modelo de gestão permite que uma
Autarquia em vez de promover e incentivar visitas a
um dos “sítios históricos mais importantes da
Brácara Augusta” o esconda e oculte de todos aqueles
que defendem que a “história de qualquer Povo” se
faz com referências ao seu importante passado, que
ali releva e revela o cuidado dos
responsáveis de então da nossa Urbe, de dotar a
cidade de Braga de qualidade de vida ao alcance de
poucas populações quanto à questão particular do
abastecimento de água.

O Professor Dr. Sande
Lemos e o Presidente da Junta Freguesia deram a
conhecer importantes questões quer do passado, quer
peripécias da época recente, que fazem das Sete
Fontes, um local apetecível, nem sempre pelos
motivos mais nobres.
Foi prometido pelos
dois Deputados presentes maior intervenção a nível
da Assembleia da República, sobretudo junto da
Ministra da Cultura, no que diz respeito a um
conjunto de questões importantes para as Sete Fontes
e que continuam como que cobertas por uma
incompreensível neblina de silêncio.
Junta de Freguesia de
São Victor
Município de Braga
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