Colónia de Férias Balnear Junta de Freguesia São
Victor - Braga 2010
27-08-2010
As
Colónias de Férias Balneares da Junta de Freguesia
de São Victor, Braga, pelo nono ano consecutivo
realizaram-se nas instalações da Segurança Social em
Apúlia, Esposende. Mais de mil e trezentas crianças
beneficiaram já desta iniciativa e mais de sessenta
Jovens tiveram a oportunidade de, como Monitores
recrutados no âmbito de uma parceria entre a
Autarquia de S. Victor e o I.P.J., ajudarem a
concretizar momentos inesquecíveis das suas e das
vidas das crianças de S. Victor, e muitas delas
também do Concelho, numa abertura que esta Autarquia
mantém de colaboração com a Comissão de Protecção de
Crianças e Jovens do Município de Braga.
Fazendo jus ao Prémio
Nacional que distinguiu a Freguesia de São Victor na
área das “Boas Práticas na Administração Local”,
rubrica “Sustentabilidade Local”, esta intervenção
na área da ACÇÃO SOCIAL é uma resposta prática e
genuína de inclusão, onde o facto de SER CRIANÇA
basta para aferir uma experiência que se torna, pela
positiva, inesquecível na vida de cada uma.
Entendemos que a VIDA
se faz de pequenos SONHOS. Quem melhor que as
crianças gosta de sonhar e “voar” nos seus sonhos?
Em cada ano que passa, e Julho e Agosto de 2010 não
fugiram à regra, cerca de 200 crianças de São
Victor, acompanhadas de Monitores e Directores,
encontram na Colónia Balnear da Segurança Social em
Apúlia, Esposende, a “Pista de aterragem para esses
sonhos”!.
As Colónias Balneares
da Junta de Freguesia de São Victor são, por isso
mesmo, o resultado do sentido Humanista que esta
Autarquia tem do Serviço Público, acompanhando,
assim, de forma inclusiva e participativa os
“sonhos” das nossas crianças, naquelas que em cada
ano são umas “Férias de Sonho”, que os nossos
petizes recordam por toda a vida.
A
Direcção e organização desta iniciativa contam com
uma reflectida planificação e com os melhores
colaboradores, Jovens oriundos da parceria que
estabelecemos com o I.P.J., para o recrutamento dos
Monitores, dando, assim, de forma sustentada a
garantia da Qualidade que procuramos para os
“melhores sonhos, nossos e das nossas crianças”…
Em 2011 cá e lá
estaremos para continuar a realização de SONHOS
“modestos e pequenos”, mas de enorme importância
para o futuro, nosso e das NOSSAS crianças de hoje,
Homens e Mulheres de amanhã…
Junta de Freguesia de
São Victor
Braga
Festa de Encerramento - Respirar Feliz em São Victor
16-08-2010
Encerraram num ambiente de verdadeira Festa as
actividades inseridas em “Respirar Feliz em S.
Victor 2010”. Os Escadórios de Capela do Guadalupe
transformaram-se num verdadeiro anfi teatro, cujos
lugares esgotaram rapidamente a sua capacidade e em
que as pessoas aplaudiram a qualidade e diversidade
desta programação final. Numa noite igual a tantas
“deste Verão abafado”,
foi
possível apreciar-se a frescura de um programa, que
juntou música clássica, tradicional e fados, tendo
como horizonte visual uma paisagem nocturna
lindíssima da cidade de Braga. A partir dos escadórios e da frescura do Parque de Guadalupe, foi
possível admirar a Capela que dá nome ao Parque, bem
iluminada nesta noite, aguardando a sua
classificação como equipamento de interesse público.
Nas palavras finais de agradecimento a todos os
colaboradores (Instituições e Pessoas) das
actividades de Verão, o Presidente da JF de São
Victor deixou bem expresso o desejo de ver aquela
área já no próximo ano requalificada como foi
publicamente anunciado, para que os Bracarenses
possam fruir, bem no centro da cidade, deste
magnífico espaço. A diversidade musical apresentada
pretendeu recordar os melhores momentos das
actividades de Verão de : “RESPIRAR FELIZ EM S.
VICTOR 2010”. O Agrupamento de Música Tradicional
Portuguesa: “ A Voz do Povo de Celeiros, lembrou e
animou todos os presentes, as actividades associadas
à tradição cultural e popular, como a “Feirinha de
S. Victor” e o “Festival de Música Popular”,
realizado nessa altura. Magnífica foi a actuação da
cantora Raquel Gama, acompanhada ao piano pelo
Professor Célio Peixoto, pertencentes à “Associação
Musical Sinfonieta de Braga”, que em excelente forma
tocaram a sensibilidade de todos os presentes nesta
noite também com “perfume de música erudita” em que
apresentaram temas conhecidos de musicais da
Broadway, tendo o público correspondido com fortes
aplausos. Antes do encerramento do Programa
procedeu-se à entrega de lembranças a todos os que
colaboraram nestas actividades de Verão, com
destaque para o agradecimento à JOVEMCOOP
pelo
seu papel desempenhado na actividade “O Nosso
Património”, que junta a Autarquia e esta Jovem
Instituição na defesa e divulgação do nosso
Património, reforçando assim um melhor conhecimento
da nossa própria identidade. O Grupo de Fados e
Serenatas da Universidade do Minho foi a “cereja em
cima do excelente bolo”, que foram todas as
iniciativas desenvolvidas durante este Verão,
encerrando-se com “chave de ouro” a noite de
Guadalupe, com a voz de Miguel Rêgo, Jaime Leite e
Filipe Martins, bem acompanhados à guitarra por
Sérgio Lucas e à viola por Pedro Paredes e Maurício
Morgado, que deliciaram todos aqueles adeptos
confessos do bom fado português, na sua vertente
Coimbrã. Para 2011 aguardam-se ainda mais
cativantes, todas as iniciativas enquadradas no
Programa de Verão “Respirar Feliz em S. Victor”.
Cantigas no Largo - Festival de Karaoke
02-08-2010
Teve lugar no último fim de semana a “VI Edição de
Cantigas no Largo”, Festival de Karaoke, enquadrada
nas iniciativas de Verão da JUNTA FREGUESIA S.
VICTOR, que se realizou, como habitualmente, no Largo
da Senhora-a-Branca, tendo contado com mais de uma
dezena de participantes, que animaram a plateia do
“anfi teatro” do Largo da Senhora-a-Branca, que
lotou por completo.
A
vencedora do VI Festival foi a Jovem do Gerês, mas
residente em Braga, Patrícia Raquel, que deslumbrou
com qualidade o tema “I will always love you ”de
Withney Housten. Para além de um troféu: “uma bonita
peça de artesanato”, concebida pela Artesã Cristina
Aguiar, a vencedora, que repete o triunfo de 2009,
ganhou também o direito a um fim-de-semana para duas
pessoas, numa Casa de Turismo de habitação na Região
do Minho, oferta da DIRENOR de Braga.
Classificaram-se em segundo e terceiros lugares,
Luis Santos e Catarina Gomes, que receberam os
respectivos troféus, também peças em “artesanato”,
tendo-se classificado em quarto e quinto lugares,
Marta Dias e Bruno Amarante, duas vozes jovens, com
grande futuro no panorama musical da Região.
Presidiu ao Júri, João Cunha, conhecida figura da
música Bracarense, que destacou a qualidade do
excelente painel de participantes, que “dificultaram
a escolha final do Júri”.
Foram distribuídas lembranças a todos os
participantes, incluindo a um numeroso Grupo de
Escuteiros de Almada que assistiu ao Festival e
participou como convidado extra no mesmo.
Animou e apresentou o evento, Tiago Cortez, que
cantou temas do agrado geral.
Trilho dos Miradouros - Vila do Gerês
02-08-2010
Mais uma vez, a Junta de Freguesia de S. Victor
proporciona à sua população um novo dia, com
caminhadas, convívio e confraternização. Desta vez, o
grupo deslocou-se até à Serra do Gerês, para
realizar a sua caminhada num dos sítios mais belos
do nosso país. Assim, dia 31 (Sábado) de Julho, com
"alguns" atrasos, pois estavam também de saída os
meninos e meninas de S. Victor para o 2º Turno da
“Colónia Balnear” de S. Victor, a realizar em Apúlia,
mas lá partimos à velocidade de cruzeiro em direcção
à Vila do Gerês, onde se iria almoçar “uma
petiscada” preparado, pelo Restaurante “Duas Pontes”,
enfrentando-se de seguida o “Trilho dos Miradouros”.
Degustado o almoço e tomado o café concentrámo-nos
no Posto de Artesanato, local referência para o
início do Trilho do Miradouros (PR6), percurso
escolhido pelo Zé Rodrigues, do Clube da Montanha – NHA, para a nossa “pequena aventura”.
Sol
bastante alegre, ameaçando calor, só a forte vontade
dos elementos do grupo não os fez desistir. Antes
de iniciado o percurso, uma pequena visita à pacata
Vila do Gerês, conhecida pelas suas maravilhosas
termas, seguindo depois o grupo de S. Victor a sua
“mítica” caminhada.
Deambulando
o horizonte com o olhar e depois de uma passagem por
cima do rio Gerês, onde aproveitámos para os
primeiros "clicks”, lá deixámos a vila, entrando num
pequeno bosque, onde rapidamente alcançámos o
primeiro miradouro (Penedo da Freira). A nossa
primeira (rápida e obrigatória) paragem. Deste
miradouro, podíamos observar a parte da vila situada
na encosta, e bem lá ao fundo a Albufeira da
Caniçada, paisagem esta que nos seguiu (sempre, ou
quase sempre) por todos os miradouros.
Seguidamente, deixámos o arvoredo, e percorremos a
estrada de alcatrão (pouco mais de 100m), para
novamente entrarmos num caminho de terra, bem junto
à “cascata do Zangado”.
Uma
pequena maravilha (apesar de meia seca), para nos
abrir o "apetite" para a subida.
A
nossa segunda etapa seria o segundo miradouro,
“Fraga Negra” aqui começa realmente a subir, mas
para nos ajudar, tivemos a sorte de ser
constantemente acompanhados pela
sombra
das árvores, o que originou que não pudéssemos
desfrutar melhor a paisagem da Fraga. Cada vez a
subida era mais acentuada, e o cansaço mais forte,
mas o objectivo inicial estava quase a ser
alcançado, o “Miradouro da Boneca”, a mais de 800
metros de altitude. Este Miradouro, além de ser o
ponto mais alto do percurso, é o que tem a vista
mais interessante.
Este seria o último dos miradouros. Depois de
apreciarmos uma vez mais a Albufeira da Caniçada,
faltava regressarmos novamente à Vila, visto que
houve a liberdade de cada um ficar no ponto que
entendesse. No regresso pelo mesmo trajecto íamos
apanhando “os poucos peregrinos” deixados
anteriormente a descansar. Então, ainda que um pouco
molhados (pela transpiração), e com vontade de
chegarmos ao final para tomarmos um bom banho,
pusemos pés ao caminho. A descer “todos os Santos
ajudam”, e a um passo desta vez, bem mais forte,
descemos até alcançarmos novamente a estrada de
alcatrão.
A
descida foi feita a um ritmo forte, o caminho
começava a ficar longo demais, com umas pequenas
paragens técnicas, para refrescar a cara com a água
sempre fresca das nascentes.
Um
caminho magnífico mas também perigoso e a merecer
cuidados especiais.
A
parte final do percurso encontra-se novamente com a
inicial, passando-se de novo na cascata e no Penedo
da Freira onde nos juntámos de novo para o lanche
ajantarado e claro que não poderia faltar a
tradicional foto de grupo. Ficou-nos o gosto de um
dia especial, diferente, onde não faltou o “Provador
Souto”, mais o “cavaquinho do Zé Maria” e a boa
disposição do Presidente da Autarquia assim como de
toda a comitiva, merecendo por isso a excelente
“oxigenação” que nos oferece a Serra do Gerês, bem
aqui ao pé da nossa cidade.
Em
2011 lá estaremos para novo e aliciante desafio.
Vera Lúcia Amaral (Participante)
"Respirar Feliz em S. Victor -
2010" - Feirinha de Artesanato e Festival de
Música Popular - "A Voz ao Povo..."
26-07-2010
Nem
o calor “abrasador” tirou brilho à frescura da
Feirinha de Artesanato e Festival de Música Popular:
“A voz ao Povo… ” de S. Victor.
Cerca de duas dezenas de Artesãos, representando
Instituições e particulares estiveram presentes na
IV Edição deste evento dedicado ao “Artesanato”
local, animando economicamente a vida destes e o
Largo da Senhora-a-Branca, que com brio recebeu mais
esta Edição inserida nas actividades de Verão:
“Respirar Feliz em S. Victor 2010”, organizadas pela
Autarquia de S. Victor.
A
satisfação plena pelos objectivos traçados foi
conseguida, juntando-se em pleno três factores de
sucesso muito importantes, primeiro a animação da
economia local, depois a possibilidade dos Artesãos
e Instituições darem a conhecer os seus trabalhos,
muitos deles encaminhados pelo Gabinete de Emprego e
Formação da JF de S. Victor e assim poderem gerar
alguma receita e finalmente mais uma forma
conseguida de juntar a esta actividade a Comunidade
Africana que se fez representar quer na “Feirinha”,
quer no Festival de Música popular que se realizou
no dia 24 de Julho à noite. Estiveram presentes
também os Cursos de Formação (Bordados tradicionais
portugueses, Artes Decorativas e Escola de Pintura)
que funcionam durante todo o ano nas instalações da
Junta de Freguesia. Destaque para o êxito do Atelier
ao livre da Escola de Pintura que com as Professoras
Ana Patrício e Maria João viram pintadas com grande
estilo “dezenas de obras de Arte”.
Todos foram unânimes no sucesso da iniciativa e nos
resultados conseguidos em que a grande ajuda foi a
inclusão nesta actividade do Festival de Música
Popular: “A Voz ao Povo…”que encheu o Largo da
Senhora-a-Branca.
Não
faltaram os aplausos gerais para os acordes de
África, pela voz do Príncipe Venâncio e pelo ritmo
das suas bailarinas. Por sua vez o DJ Fone, popular
figura Moçambicana, aqueceu ainda mais com ritmo
afro-luso uma noite inesquecível, que inundou de
alegria Africana o mítico Largo de S. Victor, não
terminando sem desafiar a D. Ana Paula Xavier,
Artesã de Moçambique a dançar a “rabenta Africana”.
Fechou com chave de ouro a “Rusga de S. Vicente”,
com uma qualidade inconfundível, que só enche de
brilho a cultura tradicional e o folclore português,
aqui bem patente e representado, pelos costumes que
identificam o Baixo Minho, das Regiões mais bonitos
e coloridas de Portugal. Ninguém prescindiu de
participar no Vira-Geral e o palco foi pequeno para
a “multidão de candidatos a dançarinos e dançarinas
do folclore minhoto”.
A
noite terminou com uma ceia colectiva, oferta de
vários estabelecimentos de restauração de S. Victor
(Padaria Primorosa, com produtos de panificação, não
faltando a famosa bola de carne, Casa Estarola com
as suas famosas pataniscas e bolinhos de bacalhau,
Eventos da Minha Terra, com os vinhos da Região,
Churrasqueira Relento, com os seus grelhados de
qualidade, Restaurante Duas Pontes e o seu bacalhau
à Brás e Restaurante Girassol que na tradição
apresentou a famosa feijoada). O repasto oferecido
pela Autarquia teve a servir, a colaboração de
PPCatering, que se associou também ao evento.
Assim se solidifica mais uma actividade que tem
crescido em cada ano que passa o que significa
sustentabilidade com qualidade na mobilização das
Instituições e das Pessoas em favor dos usos e
costumes da Nossa Terra.
"Respirar Feliz em S. Victor -
2010" - Noites Brancas da Senhora-a-Branca
26-07-2010
Decorreu no passado fim-de-semana, uma das
actividades de Verão da Freguesia de S. Victor que
fazem do Largo da Senhora-a-Branca uma verdadeira
Sala de visitas da Freguesia e da cidade de Braga. O
Festival Internacional de POLIFONIA: “VIII Edição
das Noites Brancas da Senhora-a-Branca” encheu
literalmente o Largo com o mesmo nome,
transformando-o num Auditório ao ar livre que desde
bem cedo foi ocupado por uma assistência interessada
e que esgotou todos os lugares sentados disponíveis
(500 cadeiras), tendo a maioria apreciado este
Festival nos muitos bancos de pedra existentes no
Largo, escadarias da Igreja da Senhora-a-Branca e
assistido em pé a este evento, que se assume cada
vez mais uma referência positiva no contexto
cultural local em favor da música Polifónica.
1 –
Apresentou o Festival, Flávia Silva, abrindo como
habitualmente o FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA
POLIFÓNICA, o “ORFEÃO DE BRAGA” , sob a liderança do
Maestro A. Vilas Boas, com uma actuação renovada e
de agrado geral.
2- Internacionalizou o
evento o “Coral Lestonnac”que foi fundado no ano
1974 por iniciativa de um grupo de pais das alunas
do Colégio Companhia de Maria de Cangas e, por isso,
tomou o nome da fundadora da ordem, Santa Joana de
Lestonnac. Foi o Grupo mais numeroso, ficando o
registo de uma actuação de grande nível,
justificando-se plenamente a aposta na selecção
deste magnífico Coral, que sob a direcção de D.
Manuel Torreira Blanco, trouxe a público vários
temas de regiões diversas de Espanha e recolheu
fortes aplausos.
3 –
Honrando a “prata da casa”, a “AZEITUNA – Tuna de
Ciências da Universidade do Minho”, não deixou os
seus créditos por “vozes alheias” e teve uma
actuação de OURO. Entoando vários temas do seu
último CD: “Percursos” e sempre acompanhados pelo
público presente, tiveram uma Noite de esplendor,
vincando a sua irreverência e a enorme qualidade
música e vocal que os torna uma referência nacional
da música Tuna.
4 – Finalizou honrando
a tradição, o Coral representativo da Freguesia,
onde pontifica para além da enorme qualidade a muito
Juventude com que se compõe. Sob a direcção Padre
Sérgio Torres, ouviram-se temas portugueses como:
“Trai-Trai (Minho)” de Manuel Faria, “Canção
Alentejana e Açoreana”, do mesmo autor, “Luisinha”
de Mário Sampayo Ribeiro, fechando com Tia Anica de
Loulé do mesmo autor. Fechou assim
a VII Edição das “Noites Brancas da Senhora-a-Branca”,
que mais uma vez encantaram o público
presente.
Festa no Bairro - "Respirar Feliz em S. Victor -
2010"
19-07-2010
A
descentralização das suas actividades tem sido
apanágio da Autarquia de S. Victor que desta vez
levou até SANTA TECLA a “Festa no Bairro 2010”,
correspondendo em força com a sua presença a
população desta simpática zona da cidade de Braga e
da Freguesia de S. Victor, que tributou merecidos
aplausos a mais esta iniciativa da Freguesia de São
Victor. “A Festa no Bairro”, que integralmente teve
a participação de Instituições da Freguesia
iniciou-se com a passagem de quatro vídeos
correspondentes a outras tantas iniciativas recentes
da Autarquia de S. Victor. Assim merecerem aplauso e
carinho especial os vídeos das recentes actividades:
“Homenagem à Indústria de Chapelaria e ao centenário
Sr. António Chapeleiro”, que nasceu precisamente na
antiga “Ilha de Santa Tecla”. Na oportunidade foram
vistas imagens das “VICTORÍADAS 2010”, uma homenagem
às Instituições Desportivas da Freguesia que reuniu
mais de setecentos Atletas e lotou o Pavilhão das
Goladas, assim como imagens inesquecíveis da
“PROCISSÃO DE NOSSA SENHORA DA BURRINHA”, uma
actividade de carácter cultural/religiosa, que é o
orgulho de S. Victor e de Braga. Finalmente foi
assinalada a participação da Junta de Freguesia
através do seu Presidente, no Congresso
Internacional Escolar onde deu a conhecer a Horta
Biológica que a Junta de Freguesia de São Victor
possui, acarinhada pelo “Agricultor-residente”
Senhor Jerónimo.
O
programa onde imperou a “Prata da Casa”, teve
momentos de ouro que mereceram o aplauso geral. A
participação dos Alunos do Curso de Viola,
ministrado pelo Professor Sérgio Gomes, teve “prova
superada” em todos as actuações quer individual, em
dueto ou Ensamble e que deliciaram a plateia que
encheu o Poli-Desportivo de Santa Tecla, na Rua de
Baixo.
Marcou
presença também o Grupo de Amigos do Cavaquinho –
Manuel Lima, também “Prata da Casa”, que teve na
Plateia um enorme coro de vozes, para cada tema
entoado.
Finalizou a “Festa no Bairro 2010” a “Estudantina
de Braga”, mais “Prata da Casa”, que arrebatou a
simpatia geral do público, pela “irreverência” dos
seus componentes e pela qualidade musical dos temas
apresentados, que teve um enorme aliado no coro
formado pelo público presente. Este local e
população que tão bem tem acolhido todas as
iniciativas da sua Junta de Freguesia, terá em 2011,
nova visita.
Unir Gerações - 2010
13-07-2010
“Tinha ouvido falar que ia ser um passeio diferente,
diziam-me mesmo que só em SONHOS”. E não é que este
Sábado o sonho se realizou mesmo. Tal e qual, foi
assim foi o resumo que uma das muitas Avós,
participantes neste autêntico “Raid de aventura nas
fronteiras do Minho”, definiu “Unir Gerações 2010”.
A Autarquia de S. Victor tem privilegiado acções de
estímulo e reforço do conceito FAMÍLIA. Nada melhor
que UNIR no mesmo encontro Avós com Netos em S.
Victor. Foram cerca de DUZENTOS participantes, que
já antes das 9h00 matinais, ocupavam o espaço
fronteiro à JF de S. Victor. O desafio era subir até
ao Monte da Assunção. Visitar um local magnífico,
com umas vistas fantásticas, de onde se avista o
Atlântico e as Praias de Matosinhos e Ofir. Fomos
mais precisamente visitar o Mosteiro de Nossa
Senhora da Assunção em Monte Córdova, Santo Tirso,
uma imponente Basílica, cujo projecto de
arquitectura é da autoria do arquitecto italiano
Korrodi .
O Mosteiro como já foi referido, foi
"Concebido pelo arquitecto Korrodi sob a inspiração
românica-gótica com alguns laivos de neo-romantismo.
De planta em cruz grega e soberba construção, faz
lembrar as monumentais basílicas orientais.
Antes da viagem foi no Convento de Montariol que se
reforçaram as forças com um magnífico pequeno almoço
conventual, onde o “carinho com que os nossos Irmãos
Franciscanos” nos receberam esteve proporcional à
excelente qualidade das suas compotas, “marmelada
caseira”, fruta caseira e o famoso café da
“chocolateira” com leite. Foi um momento único tendo
o Padre José Neves em nome do Guardião do Convento
Frei Pinto dado as boas vindas e desejado um dia
pleno para a visita que estaria para se iniciar. A
JF fez neste momento a entrega de uma lembranças
relativa às actividades “Respirar Feliz em S. Victor
2010”, uma bonita peça de Artesanato da autoria de
Cristina Aguiar, elogiada pelo anfitrião de
Montariol. E lá se juntou a enorme comitiva para
iniciar a “estridente viagem”, num dos momentos mais
especiais, não fora a excepcional qualidade do
transporte. É que as “Mulinhas”, nome carinhoso dado
aos famosos “Citroen de 2 CV”, conduzidos pelos(as)
simpáticos(as) Bicavaleiros(as) da Bicavalaria do
Minho, estavam em campo a dar o seu melhor. Aos
cerca de 40 Bicavaleiros(as) foram entregues
lembranças do evento. Chegados ao Mosteiro de Nossa
Senhora da Assunção, a comitiva foi recebida pelo
Presidente da JF de Monte Córdova, Manuel Leal do
Concelho de Santo Tirso, onde se processou a troca
de lembranças com o Presidente da JF de São Victor,
Braga. Acto aplaudido por todos os presentes que
aproveitaram para apreciar a beleza da construção, a
mata envolvente e as vistas sedutoras. A fotografia
de “família” foi ali mesmo tirada, depois dos netos
e netas se deliciarem com esta fantástica visita.
Difícil foi juntar o Grupo que era enorme mas que
com boa vontade quis registar este momento
histórico.
O
regresso a Braga, desta jornada memorável, foi
tranquilo sem qualquer avaria, concretizando-se um
SONHO, que certamente se repetirá em 2011, cada vez
com mais encantos.
VIII Edição das "Noites Brancas da Senhora-a-Branca"
12-07-2010
Victoríadas 2010
29-06-2010
Dando força ao lema: “ Pela sua saúde, pratique
desporto”, realizaram-se já as “VICTORÍADAS 2010”,
actividade de Verão desta Autarquia dedicada ao
DESPORTO, que teve na I Jornada as modalidades com
prática na Freguesia de Andebol, Basquetebol e
Futebol. Este evento desportivo congregou todas as
Instituições desportivas da Freguesia, outras do
Concelho de Braga, de Vieira do Minho, Guimarães,
Porto e mesmo da vizinha Galiza tendo tido uma
extraordinária adesão, quer em participantes
(Atletas e Clubes) e (*)espectadores. O Sarau
Gímnico realizado no Pavilhão das Goladas cuja
lotação ficou esgotada, teve na cerimónia final
momentos inesquecíveis. Foi num verdadeiro clima de
Festa, tendo como convergência o DESPORTO que mais
de setecentos Atletas conviveram em várias
modalidades desportivas, a saber:
- Andebol,
Atletismo (Caminhada) Basquetebol, Futebol (duas
selecções da Freguesia: Norte e Sul), Hóquei em
Patins (a realizar em 26 de Junho às 21h00) e
Orientação Desportiva, encerrando-se este evento com
um magnífico Sarau de Ginástica Desportiva onde foi
possível apreciar: dança urbana, aeróbica, equipas
de ginástica acrobática, pares e quadras e Ginástica
Artística, Capoeira e Karaté, num Pavilhão das
Goladas, pequeno para acolher todos aqueles que não
quiseram perder esta FESTA do DESPORTO e de
homenagem às Instituições Desportivas da Freguesia
de São Victor e de Braga.
O
sucesso deste evento assenta na excelente
colaboração e parcerias entre esta Autarquia e as
Instituições Desportivas da Freguesia, do Concelho
de Braga e doutras Regiões de Portugal e também de
Instituições Galegas, que se associam a esta
iniciativa, e que muito ajudam a consolidar bons
hábitos para a saúde e qualidade de vida da
população. O Sarau Gímnico, que encerrou as
“VICTORÍADAS 2010”, foi como que a “cereja em cima
do bolo” reunindo representantes de diversas
Instituições:
-
Grupo de Percurssão Musical e Gaiteiros iPUM da
Universidade do Minho, .COM – Clube de Orientação do
Minho, Manabola-Lusitano de Braga, Hóquei Clube de
Braga, S.C. Leões das Enguardas, S.C.Braga
(Basquetebol), Águias FC, GD Alegrienses, GD Peões,
GD Santa Tecla, GD Sete Fontes, Abada Capoeira de
Portugal, Ginásio Clube de Vieira do Minho, Grupo de
Ginástica Acrobática e de Formação da Escola Sec.
Alberto Sampaio, Clube de Karate Wado de Braga,
Grupo de Ginástica Artística da Escola Secundária
Carlos Amarante/JF S.Victor/EB 2/3 Dr. Francisco
Sanches, Grupo de Danças Urbanas da EB 2/3 de Tadim,
Mistic Sy de Santo Adrião, Gym Tónico de Braga e uma
numerosa Delegação do Gimnásium Afit Do-Majó da
Galiza, Espanha. Destaque para o FANTÁSTICO
trabalho desenvolvido pelo Centro de Formação de
Ginástica Desportiva da Escola Secundária Alberto
Sampaio presente mais uma vez nas VICTORÍADAS, onde
tem sido uma “verdadeira âncora deste evento”. A
todas as Instituições participantes, aos Bombeiros
Voluntários de Braga, ao MacDonald´s da Av. Central,
Pingo Doce (BragaParque) e às dezenas de Voluntários
que colaboraram na Organização assim como à
comunicação social que divulgou a iniciativa e a
todos aqueles que assistiram e aplaudiram o
DESPORTO, muito reconhecidamente apresentamos os
nossos sinceros agradecimentos, sendo certo que a
“esta ajuda” funciona como “motivação” acrescida
para nós e para a Comunidade que representamos e que
faz de S. Victor uma Freguesia Modelo no panorama
Autárquico Nacional e uma Freguesia permanentemente
Viva!
Mostra do Futuro
21-06-2010
"Os Maios em S. Victor"
14-06-2010
Procedeu-se no dia 05 de Junho de 2010 à selecção
dos Vencedores da IX Edição d’ “OS MAIOS EM S.
VICTOR 2010”. Esta iniciativa envolveu TODAS as
Escolas da Freguesia de São Victor, assim como
Estabelecimentos e Residentes, que se associaram num
número cada vez mais crescente a esta iniciativa,
colocando os seus MAIOS, nas portas, janelas ou
varandas das suas instalações, depois fotografados
pelo Fotógrafo Profissional Bracarense Paulo
Freitas, várias vezes premiado em Fotografia, a
nível Nacional. O Júri foi unânime em considerar a
excelência na apresentação de belíssimos Maios
naturais e de forma particular material
reutilizável/reciclável que de outra forma “iria
parar no lixo,” transformando-se esta variante numa
distinta e apreciada forma de arte que desta forma
homenageia também a Natureza e o Ambiente.
Os
“MAIOS” seleccionados (fotos), vão poder ser
observados em Exposição que decorrerá na Galeria da
Junta de Freguesia de São Victor de 11 a 17 de
Junho, todos os dias úteis das 9h00, às 19h00.
O
Júri convidado, Presidido pelo Dr. Jorge Lage,
Assessor do Ministério da Educação, Dr. Marco Sousa
da Região de Turismo do Porto-Norte de Portugal,
Palmira Leite, Monitora do Curso de Bordados
Tradicionais da JF S. Victor, Dr. José Luis
Oliveira, Professor e por Paulo Freitas, elegeu os
seguinte “Maios”:
Escolas:
Maios Naturais – Vencedor: EB1 do Bairro da Alegria. Maios Reutiliz/Recicláveis – Vencedor: EB1 de S.
Victor nº 7 e Menção Honrosa: EB1 das Enguardas.
Estabelecimentos:Maios Naturais – Vencedor: Escuteiros de São Victor
e Menção Honrosa: Clínica da Matemática da Rua de S.
Victor, 122 – Braga. Maios Reutiliz/Recicláveis – Vencedor : Centro Paroquial
de Assistência de S. Victor (ATL) – Morada – Rua de
São Domingos, 4 – Braga.
Residentes:
Maios Naturais – Vencedor: para Artur Fernandes
Ferreira da Rua de São Victor, 107 – Braga e
Menção Honrosa para Beatriz Brito, da Rua D. Pedro
V nº 204 – Braga. Maios Reutiliz/Recicláveis
– Vencedora :Adelina Pontes Vieira – Morada: Rua
D. Pedro V, 96 – Braga e Menção Honrosa para Balbina Alves Nascimento da Rua do Rosmaninho, 116
do Bairro Engº Duarte Pacheco - S. Victor - Braga.
Os
prémios, bonitas peças em Artesanato de Cristina
Aguiar, expostos na Autarquia, serão entregues em
AMBIENTE de festa no próximo dia 11 de Junho de
2010, às 22h00 na JF de S. Victor, Braga.
Junta de Freguesia de S. Victor
"Dia Mundial da Criança"
14-06-2010
A
Junta de Freguesia de S. Victor celebrou no dia 01
de Junho de 2010 o “Dia Mundial da Criança” com a
colaboração dos Jardins de Infância do Bairro da
Alegria e Enguardas a que se associaram também
outros Jardins de Infância particulares e todas as
Escolas Básicas da
Freguesia
e alguns Estabelecimentos de Ensino Privados. Mais
de 1.300 crianças, repartidas pela manhã e tarde
viveram assim um dia inesquecível com o Sol radioso
a lembrar já o Verão. Num clima de grande animação
que se dividiu pelo Complexo Desportivo da Rodovia,
onde marcaram presença os mais petizes, foi
ministrada na parte da manhã a partir das 10h00, uma
“aula de ginástica e dança” aos alunos dos Jardins
de Infância que brincaram animados sob a orientação
da Professora Tânia Covas, com exercícios lúdicos
adaptados aos mais jovens estudantes. A Marta
encarregou-se depois de dar vida às Histórias de
Encantar em que o “Nabo Gigante” foi o Rei. Este
local registou a marca de grande alegria que se
transmitiu a todos os pontos da celebração do “Dia
Mundial da Criança” em S. Victor.
Os
alunos das Escolas Básicas depois de auscultados
sobre o que desejavam para o melhor “Dia da
Criança”, optaram tanto da parte de manhã e tarde
por um programa variado no BragaParque, com:
Cinema na parte de manhã para verem as novidades da:
“A princesa e o sapo”, nos Cinemas Lusomundo, o que
aconteceu logo pelas 10h30 da manhã e o
Teatro
às 15h00 em que puderam assistir à história animada
de:
O
Patinho Feio” pela Companhia de Teatro Magia e
Fantasia, uma organização do Braga Parque, que se
apresentou nas escadarias principais do BragaParque.
Esta actividade foi uma Organização da JF S. Victor
e teve a Colaboração dos: Jardins-de-Infância e
Escolas Básicas de S.Victor, Cruz Vermelha
Portuguesa, Braga Parque e Cinemas Lusomundo.
Junta de Freguesia de S. Victor
"Amor, droga e Rock'n Roll"
14-06-2010
Inserida
nas actividades “RESPIRAR FELIZ EM S. VICTOR 2010”,
apresentou-se Sexta-Feira, 04 de Junho, às 21h30,
para um a vasta plateia no:
Auditório do I.P.J. na Rua de Santa Margarida em S.
Victor, Braga a peça de Teatro: “Amor, droga e
Rock’n Roll”
Pelo Grupo de Teatro: “ADOLESCENTE + A.P. da Escola
Secundária Carlos Amarante”.
Sinopse da Peça: “Amor, droga e Rock’n Roll” uma
adaptação da peça de Joana Peixoto: “Amor não mata a
droga”.
“Esta peça envolve um romance jovem, entre dois
adolescentes de mundos completamente diferentes.
André é viciado em drogas e está numa Clínica de
tratamento. Luísa é a melhor aluna da sua Escola e
os pais antevêem-lhe um futuro de sucesso. Os dois
conhecem-se na Associação Fénix, onde Luísa é
voluntária. No meio de uma história de amor surgem
problemas próprios da adolescência, que um Grupo de
Jovens tenta superar. Será a droga um amigo
fulminante? Ou será que o Amor é a salvação de uma
vida?...”
A
entrada foi gratuita e esta actividade reforça o elo
de ligação entre a nossa Autarquia e as diversas
Instituições da Freguesia de São Victor – Braga.
Junta de Freguesia de S. Victor
"Compostagem
e vermicompostagem"
14-06-2010
Em
colaboração com o Pelouro do Ambiente da C.M. de
Braga a JF de S. Victor no âmbito das actividades de
Verão “Respirar Feliz em S. Victor” realizou em 04
de Junho de 2010, pelas 17h00 uma sessão de
esclarecimento sobre “Compostagem e vermicompostagem”
na Horta Biológica da Junta de Freguesia de S.
Victor, tendo como convidados: Pais e Alunos do ATL
da EB1 de Santa Tecla.
Esta sessão de muito valor pedagógico, pretendeu
sensibilizar a comunidade estudantil e seus
familiares para a riqueza de uma agricultura
biológica e a necessidade de transformar de forma
positiva “restos” quer de plantas naturais quer de
alimentos que se tornam no melhor alimento para a
produção biológica. Nos tempos que correm e com a
crise a
agravar-se
este é um escape e uma forma de rentabilizar a
“economia doméstica”, aproveitando-se desta forma
também terrenos ao abandono que se podem transformar
em espaços excelentes de “produção horticula
familiar”.
Organização: C.M. Braga – Pelouro do Ambiente.
Colaboração: J.F. de São Victor, Associação de Pais
EB1 de Santa Tecla.
"Homenagem ao Cinema Português"
14-06-2010
Finalizou em 09 de Junho de 2010, no Auditório da
Junta de Freguesia em São Victor – Braga a Tripla
Jornada de Cinema Português: “O que é nosso é
BOM!..”.
Esta iniciativa uma homenagem ao Cinema Português,
produtores e intérpretes, foi uma acção conjunta da
Universidade Católica Portuguesa e da JF de São
Victor, organizada pela Aluna estagiária: Filomena
Fonseca e inserida na Unidade de estágio da
Licenciatura em Estudos Artísticos e Culturais.
Este ciclo de Cinema Português, finaliza com a
apresentação do Filme : “Aquele querido mês de
Agosto”, um filme de Miguel Gomes.
“No
coração do Portugal profundo, serrano, no meio de
bailaricos nasce um filme, entre o documentário e a
ficção, onde uma equipa de filmagem procura actores,
e ao mesmo tempo transforma-se num elemento activo
da acção. Amor e música, em sintonia com histórias
de vidas mais ou menos estigmatizadas pela
interioridade. ”Aquele querido mês de Agosto”, foi o
único filme português presente em Cannes no ano de
2008, incluído na Quinzena dos Realizadores e é um
objecto cinematográfico aliciante.
Esta actividade teve o
apoio e colaboração do ICA – Instituto do Cinema e
Audiovisuais.
Escola Secundária Carlos
Amarante Projecto Escola: “Organização de Eventos” do
12º I
21-05-2010
Numa iniciativa a todos os títulos louvável, os
Alunos do 12º I: Angela Soraia Mendes, António José
Peixoto, José Adriano Pinto, Marcos André Pereira e
Nuno Vieira Malheiro, no âmbito do “Projecto Escola”
fizeram a entrega à Junta de Freguesia de S. Victor
no passado dia 03 de Maio de 2010 de um
Cheque/Medicamento no valor de 450 “vitaminas”, que
se destina a ajudar os “mais necessitados” na
aquisição de medicamentos, tarefa que no âmbito da
Comissão Social da Freguesias será conduzida pelo
Projecto SA, com a colaboração de uma Farmácia da
Freguesia de S. Victor.
Na
ocasião foi assinado um Protocolo de colaboração e
recepção desta ajuda e que junta a Autarquia de S.
Victor, os Alunos da “Organização de Eventos” do 12º
I e tem como beneficiários todos aqueles que
precisem de ajuda na aquisição de medicamentos e
tenham dificuldades reconhecidas na sua aquisição.
Os
proventos obtidos derivaram da organização de uma
“Tômbola Social”, pelo que ficam aqui expressos os
nossos agradecimentos a TODOS aqueles que tornaram
esta missão possível.
À
Comunidade Escolar da Escola Secundária Carlos
Amarante, de forma particular aos alunos da ESCA do
12º ano Turma I e à Professora responsável pela
orientação do Projecto, os agradecimentos da nossa
Comunidade e parabéns por esta iniciativa SOLIDÁRIA.
Junta de Freguesia de São Victor – Braga
Música Sacra na
Igreja de São Victor
26-04-2010
Integrado nas
actividades planeadas pela Comissão Organizadora da
Procissão de Nossa Senhora da Burrinha e pela Junta
de Freguesia de S. Victor, teve lugar no passado dia
20 de Março, na Igreja de S. Victor em Braga, um
magnífico concerto pelo Coral da Sagrada Igreja
Catedral de Tui - Galiza.
Este grupo coral misto,
composto por mais de 30 elementos, interpretou
“angelicamente” um conjunto de trechos musicais
sacros, a maior parte deles adequados à quadra
Pascal. O programa foi dividido em duas partes, onde
constava entre outros: “PANIS ANGELICUS” de
Casciolini; “STABAT MATER DOLOROSA” de Z. Kodly e
“ÉXODO” de Ernest Gold. A direcção artística
pertenceu a Don Agustin Rodriguez com acompanhamento
no órgão por Don Joaquin Carvajal Bãnos.
No seu vasto repertório
inclui-se a polifonia religiosa, polifonia
universal, villancicos, espirituais negros, música
galega e música do mundo. As particularidades deste
tipo de repertório levaram o grupo a empreender,
juntamente com a interpretação, várias acções de
análise e recuperação do património musical.
Sob a regência do seu
fundador, Don Agustin Rodriguez, o grupo tem sido
solicitado desde a sua criação em 1972, a participar
em concertos e festivais de música coral em diversas
localidades de Espanha e Portugal, destacando-se a
sua participação no “Festival Internacional de
Música Polifónica de S. Victor em “Noites Brancas da
Senhora-a-Branca” no ano de 2009. É também detentor
da Insígnia de Ouro do Município de Tui e do 1º
Prémio no Festival de Habaneras, por ocasião das
Festividades de S. Telmo.
A Polifonia
Para melhor compreensão
de alguns dos géneros musicais apresentados, pode
dizer-se que, a “polifonia” reside numa técnica de
composição que remonta à alta Idade Média e que
produz uma textura sonora específica, elaborada por
um conjunto de duas ou mais vozes. A Igreja sempre
teve em grande destaque o canto polifónico,
admitindo-o e valorizando-o no próprio
desenvolvimento das cerimónias e dos ritos sagrados.
Através de belíssimas harmonias, imprime de forma
digna um maior decoro e ornamento às vozes que
elevam os corações dos fiéis a Deus.
A música erudita sacra
ou religiosa, assim denominada por ter tido origem
no seio da Igreja, para além da sua vertente
estética, constitui uma eficaz ajuda para o
apostolado católico, podendo também proporcionar um
elevado prazer e conforto àqueles que, de qualquer
forma se dedicam ao seu cultivo e promoção.
Os Espirituais Negros
Também o estilo
“espiritual negro” esteve presente no concerto,
através de “MI ESTRELLA ERES TU”. Este género
musical surgiu no sul dos Estados Unidos da América
nos finais do século XVIII e foi inicialmente
interpretado pelos escravos, que faziam uso de
movimentos rítmicos do corpo e batiam palmas como
acompanhamento da música. O espiritual negro, de
raiz bíblica, é uma adaptação popular de salmos e
hinos religiosos ingleses. Considerada uma canção de
inspiração do escravo negro, passou a fazer parte da
cultura dos afro-americanos.
Os dois géneros
musicais foram perfeitamente desenvolvidos e
cantados a quatro vozes pelos componentes do
referido Coral de Tui, preservando um carácter
melódico e rítmico muito harmonioso e interessante.
A importância
sócio-estética do canto coral
A dimensão cultural do
canto em coro é universal, elemento que estimula os
sentimentos humanos, provocando as mais diversas
emoções. A génese do canto tradicional colectivo é a
expressão da própria existência humana. O seu
objectivo visa apontar o coro como uma actividade
capaz de propiciar o desenvolvimento musical e a
integração interpessoal dos elementos envolvidos. Em
todo o mundo, a maioria dos grupos corais é formada
por amadores. São movimentos de natureza comunitária
que reúnem pessoas de vários segmentos da sociedade
para alcançar um fim comum, bem como a realização
pessoal, através da experiência estética musical.
A prática de cantar em
coro, como fenómeno social, apresenta importantes
benefícios através do trabalho executado em grupo,
onde o indivíduo passa a desenvolver consciência
musical e outras potencialidades, tais como a
auto-estima e o auto-controle. “É relevante aludir
que a participação num grupo coral, como em qualquer
manifestação musical, pode provocar um desejo pela
interdisciplinaridade de conhecimentos artísticos,
pois a partir da experiência musical vivenciada, os
integrantes do coro podem interessar-se pela
literatura, pelas artes plásticas e até mesmo por
outras ciências e técnicas, como refere Snyders “ (FUCCI
AMATO, Rita. O canto coral como prática
sócio-cultural e educativo-musical, URL:http://www.Anppom.com.br/opus/opus/28/03/10).
O canto coral
configura-se como um espaço de motivação e uma
significativa ferramenta de inclusão e integração
social. Além disso, estabelece relações de amizade,
de hierarquia e valores humanos que predispõe a
pessoa à perda da noção egoísta do individualismo,
valorizando a relação com a música, com os outros e
com a comunidade. Tem havido um crescimento desta
prática, especialmente pelo facto de resultar numa
experiência afectiva marcante, no desenvolvimento da
sociabilidade individual e colectiva.
A música e o canto
representam manifestações de paz e alegria, produzem
beleza e gozo espiritual e funcionam como um
bálsamo, tanto para quem executa como para quem
ouve. São sinais de presença divina que se conjugam
numa feliz união de capacidades artísticas, que
aproximam o homem e estabelece, por meio das
canções, um contacto directo com os elementos
básicos das diferentes culturas.
Como testemunho do
significado deste evento, transcrevemos as palavras
do Senhor Professor Cónego D. Jorge Coutinho,
Presidente da Comissão das Solenidades da Semana
Santa em Braga: “O concerto teve uma excelente
qualidade, com vozes muito bem preparadas, uma
afinação total, uma selecção muito feliz das peças
que foram executadas e uma interpretação muito bem
conseguida. A Comissão da Quaresma e da Semana Santa
sente-se muito lisonjeada com este número do seu
programa. O mérito, porém, deve atribuir-se
essencialmente, à Junta de S. Victor, que convidaram
o Coral da S.I. de Tui e o integraram no programa da
parte da Semana Santa que, desde há anos, aquela
Paróquia e Junta vêm assumindo como coisa própria,
com a sua legítima autonomia, mas que têm feito
questão de integrar na programação geral da Semana
Santa em Braga”.
Apesar do tempo
chuvoso, o concerto traduziu-se, assim, num belo
momento cultural e artístico muito gratificante,
proporcionado pela brilhante actuação do grupo coral
que inebriou todos os que acorreram a S. Victor,
numa manifestação de acolhimento e intercâmbio
cultural que honra e dignifica bracarenses e
galegos, reforçando o conceito de amizade entre os
povos dos dois Países vizinhos.
Filomena Fonseca
Aluna finalista do Curso de Estudos
Artísticos e Culturais da FacFil (UCP), em estágio
na Junta de Freguesia de S. Victor - Braga.
As Procissões da
Semana Santa de Braga na Fotografia de Carlos
Ribero
26-04-2010
Terminou em 09 de Abril, na Casa-Museu Soledade
Malvar em Vila Nova de Famalicão, uma exposição de
fotografia intitulada “Semana Santa em Braga …um
certo olhar”, do artista Carlos Ribeiro.
Esta exposição integrou-se no conjunto de
actividades planeadas pela Comissão Organizadora da
Procissão de Nossa Senhora da Burrinha e pela Junta
de Freguesia de S. Victor. Anualmente é alargado o
âmbito da realização dessas actividades a uma cidade
próxima de Braga, tendo sido no ano de 2009 em
Guimarães, cabendo este ano estender-se à cidade de
Famalicão.
No
acto inaugural esteve presente o artista que se fez
acompanhar de um grupo ligado à Junta de S. Victor,
encabeçado pelo seu Presidente, Dr. Firmino Marques.
Este autarca proferiu algumas palavras sobre o autor
bracarense e teceu algumas considerações acerca do
significado do evento.
Carlos Ribeiro ofereceu-nos a oportunidade de
descobrirmos um conjunto de belas fotografias que
elucidavam o espectador do modo como são
intensamente vividas as três procissões habituais da
Semana Santa, sobretudo pelas pessoas que nelas se
integram. Referimo-nos à “Procissão de Nossa Senhora
da Burrinha”, a “Procissão do Ecce Homo” e a
“Procissão do Enterro do Senhor”, as quais precedem
a Páscoa, respectivamente na Quarta, Quinta e
Sexta-Feira Santa.
É,
assim, num contexto religioso, entre muitas
convicções e fé, ao mostrar a “expressividade” desse
grande acontecimento que foi a vida e a morte de
Jesus Cristo, que o autor procura criar a sua arte.
Tenta transmitir o seu olhar sobre essa temática,
naquilo que mais o chocou ou lhe chamou mais a
atenção. Gosta de captar as expressões dos rostos, o
seu aspecto intrínseco, psicológico e espiritual, o
silêncio ou movimento das pessoas e gosta também de
contactar e intervir com elas, ao compor a
fotografia.
Usa
o material de papel fotográfico, colado em kapline
sobre fundos negros. Ao estendermos o olhar pelas
imagens em claro e escuro, tons quentes ou
monocromáticos, adquirem o poder de nos interpelar,
comover e interrogar, gerando um diálogo
introspectivo com o espectador, levando-o à
descoberta dos mais diversos sentimentos e emoções.
Carlos Ribeiro é fotógrafo desde 2001, “por amor à
arte”. Frequentou na Universidade o curso de Gestão
de Empresas. Durante umas férias, teve a
oportunidade de trabalhar num laboratório industrial
e, embora já gostasse de fotografia, desenvolveu a
partir daí a sua grande paixão. Tirou um curso de
fotografia, frequentou vários workshops e enveredou
por este caminho. Mantém em Braga um estúdio
fotográfico onde também se dedica a fazer
reportagens e publicidade de produtos.
Interrogado sobre o que prefere fotografar,
responde: “As pessoas, o retrato, tudo à volta das
pessoas. Dá-me mais motivação, porque ao
fotografá-las consigo interagir com elas e faço
assim o meu trabalho. Comecei há pouco tempo,
virei-me para os rostos das pessoas nas procissões e
quase me especializei nisso, mas quero também fazer
sobre outras temáticas.”
Sobre o que mais o motiva no seu trabalho, afirma:
“É apanhar o ponto, é mesmo fotografar, é
desenvolver a técnica. A fotografia não é só o
após, mas é muito o antes, a
preparação, tem que se fotografar bem, senão
depois não se vai conseguir”.
A
exposição a que nos referimos constituiu para os
espectadores que a visitaram uma excelente
oportunidade de conservarem e recriarem, mediante
imagens visuais, os momentos plenos de simbologia.
Esta obra conseguiu representar de modo artístico
uma das formas mais populares de contacto das
pessoas com a religião e seus mistérios.
Valeu a pena demorar o olhar pelos trabalhos de
Carlos Ribeiro. É um jovem artista com muito futuro.
Trabalho de Filomena Fonseca,
Aluna Finalista do Curso de Estudos
Artísticos e Culturais da Faculdade de Filosofia (UCP-Braga),
em Estágio na Junta de Freguesia de S. Victor /
Braga